sábado, 30 de abril de 2011

Os melhores assassinos do cinema

Essa Lista não é minha eu copiei do Blog Plano B http://www.jaderplanob.com/2011/04/os-melhores-assassinos-do-cinema.html


10. Agente Smith
(Hugo Weaving em Matrix, Matrix Reloaded e Matrix Revolutions)
Smith é um Agente, uma manifestação da inteligência artificial no mundo da Matrix, com poderes extraordinários para manipular o seu ambiente (como força sobre-humana,desafiar a gravidade e rapidez para se desviar de balas).
Por que? Ele é o único que desafia - de verdade - o Neo. Por mim isso já basta.


9. Freddy Krueger
(Robert Englund em A Hora do Pesadelo 1-6)
Freddy Krueger é o personagem da franquia A Hora do Pesadelo. Ele, quando vivo, abusava e matava constantemente crianças nos arredores da rua Elm. Quando foi apanhado, foi queimado vivo pelos pais das crianças na caverna da sua própria casa na sua caldeira, daí o seu visual queimado. Após a sua morte, voltou através dos sonhos dos filhos daqueles que o queimaram, em busca de vingança.
Por que? Primeiro que ele consegue controlar os sonhos das pessoas e matá-las durante o sono, segundo por que ele é o personagem mais temido da nossa infância.


8. Jigsaw
(Tobin Bell na franquia Jogos Mortais)
Jigsaw é o serial killer da franquia Jogos Mortais. Seu aspecto mais marcante é o fato dele sempre dar opções às vítimas, sendo morrer ou viver, isto vai fazer com que as vitimas dêem valor há vida. Por isso ele não aceita que o chamem de assassino, já que na própria visão não mata ninguém.
Por que? Jigsaw é extremamente inteligente, ele prevê todas as situações possíveis e prepara suas armadilhas em função disso.


7. Hannibal Lecter
(Anthony Hopkins, personagem aparece em O Silêncio dos Inocentes, Dragão Vermelho, Hannibal e Hannibal - A Origem do Mal)

O Dr. Hannibal Lecter, é o canibal mais famoso dos cinemas. Aos 6 anos de idade, Lecter passou por vários acontecimentos traumáticos de grande intensidade. Isso (apresentado no filme "Hannibal - A Origem do Mal") culminou para o destino de um dos maiores assassinos da história do cinema.
Por que? Anthony Hopkins é o símbolo do medo e do terror como Hannibal. O filme - e o personagem - são tão "fodas" que até o elenco - e o criador do personagem - discordavam sobre os rumos da trama.


6. Ghostface
(Voz de Roger L. Jackson franquia Pânico)
Ele é o assassino em série dos filmes da franquia Pânico. Seu "modus operandi" é ligar para a vítima antes de mata-las. Ele ataca e mata a pessoa esfaqueando-a por completo, usando uma faca totalmente afiada, roupas pretas e uma máscara de fantasma. Ghostface é uma mistura de Fantasma com Ceifador Sinistro.
Por que? O mais legal do Ghostface - não posso me empolgar - é que sempre são assassinos diferentes e sempre por bons motivos. Ainda mais que ele fez a nova safra, do terror nos cinemas, aparecer com tudo. Claro que hoje não está uma beleza, mas...


5. Anton Chigurh
(Javier Bardem em Onde os Fracos Não Tem Vez)
Anton Chigurh é assassino cruel que não tem remorso ou qualquer compaixão pelos seres humanos. Ele é descrito por alguns personagens do romance como um "assassino psicopata". Sua principal arma é uma pistola de dardo cativo que usa para matar suas vítimas, quer ou destruir fechaduras de cilindro nas portas.
Por que? Ele ganharia a primeira posição se o quesito fosse "mais estranho" ou "com o pior cabelo", mas - brincadeiras a parte - ele é um assassino excepcional. Sem remorço, sem compaixão. Javier Bardem deixou de lado sua pinta de galã e foi direto no âmago do personagem.


4. Elle Driver
(Daryl Hannah em Kill Bill)
Ela é uma das assassinas que trabalha para o Esquadrão de Extermínio das Víboras Mortais, comandado por Bill. O codinome dela é Cobra Californiana. Dentre os assassinos do esquadrão, ela é a única que pode ser considerada verdadeiramente perversa.
Por que? Ela matou o Pai Mei!


3. Norman Bates
(Anthony Perkins em Psicose)
Norman é dono de um motel de estrada deserto e cuida da mãe, que nunca o deixa se relacionar com outras mulheres, talvez pelo medo de perder o filho para uma moça qualquer. Só que o rapaz se importa, e muito, a ponto de fazer qualquer coisa para que a polícia não descubra um crime que sua mãe cometeu em um passado recente.
Por que? O personagem é brilhante e extremamente profundo, com seu olhar cínico e seu "carisma", não tem como não nos identifiquemos com ele.


2. Michael Myers
(Tony Moran na franquia Halloween)
Ele não fala, não chora, não sorri, não pára! Michael Myers é o maior dos assassinos porque seu desejo de matar é simplesmente indecifrável. Seu rosto foi trocado por uma máscara branca inexpressiva que ele mesmo confeccionou ao passar sua adolescência num hospício depois de assassinar sua irmã mais velha. Um belo dia, Michael fugiu e no aniversário de sua outra irmã (16 anos) iniciou um dos maiores massacres cinematográficos causando uma súbita perda de amigos e vizinhos que andavam na companhia de sua irmã. Por que? Michael já foi baleado, queimado, congelado, afogado e até mesmo decapitado, mas nada o impede de retornar a vida para acabar de uma vez por todas com seus familiares sobreviventes. Por que? Não tem porquê, é simplesmente Halloween.


1. A Noiva
(Uma Thurman em Kill Bill Vol. 1 e 2)
A Noiva é uma perigosa assassina, que trabalha em um grupo liderado por Bill. Ela está prestes a se casar, mas no dia de seu casamento seus companheiros de trabalho se voltam contra ela, que fica 5 anos em coma, até despertar com um único desejo: Vingança.
Por que? Pra mim - e para mais uma legião - Uma Thurman é a melhor assassina do cinema! Ela estava praticamente morta, mas - após 5 anos - conseguiu reunir forças e matar todo mundo que quis destruí-la.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

As Personagens Femininas Mais Marcantes do Cinema

Essa lista não é minha eu tirei do blog Monalisa de Pijamas
Fonte : http://www.monalisadepijamas.com.br/monacine/as-personagens-femininas-mais-marcantes-do-cinema

Listas nunca são fáceis de conceberem, tampouco justas. A escolha das 10 personagens abaixo, distribuídas ao longo de mais de 100 anos de história do Cinema, demandou muita pesquisa, além de levar em conta a opinião de grandes cinéfilos em quem confio. No final, serviu como principal critério a personagem ser 100% ficcional, além de ser importante tanto para a época em que o filme foi exibido como para a história do Cinema como um todo.



Scarlett O’Hara: Vivien Leigh em O Vento Levou (1939)


Fala: “Eu juro por Deus que não passarei fome novamente!

Com sua beleza pura e ar casto, Scarlett eternizou no cinema a figura da heroína sofredora, fazendo uma mocinha no início fútil e mimada, mas que com os horrores da guerra civil norte-americana acaba amadurecendo depois de passar pelo sofrimento da pobreza e da fome.



Gilda: Rita Hayworth em Gilda (1946)


Fala: “Claro! Eu estou decente…

Considerado um dos ícones mais sexys do século 20, a sensual Gilda foi o papel mais marcante de Rita Hayworth, uma das poucas atrizes que foi bem sucedida na transposição do cinema mudo para o falado.



Norma Desmond: Gloria Swanson em Crepúsculo dos Deuses (1950)


Fala: “Ok, Senhor DeMille, estou pronta para meu close-up.”

Um caso em que fica difícil distinguir quem é a personagem e quem é a intérprete, pois Gloria Swanson , uma já esquecida atriz do cinema mudo, acaba interpretando uma personagem que reproduz com maior exagero o sofrimento de ser esquecida pela indústria cinematográfica.



Holly Golightly: Audrey Hepburn em Bonequinha de Luxo (1961)


Fala: “É verdade. Eu sou louca por diamantes!

Criada pelo famoso escritor norte-americano Truman Capote, a garota de programa Holly possui um visual clássico até hoje copiado pelas mulheres, tanto no cabelo em coque, maquiagem leve ou vestido “pretinho básico” com colar de pérolas brancas.



Maria: Julie Andrews em A Noviça Rebelde (1965)


Fala: “As montanhas estão vivas com o som da música.”

Durante a época do nazismo, a noviça Maria, que não consegue acatar a rigidez de seu convento, acaba indo trabalhar como governanta de um viúvo que possuí sete filhos, conquistando o amor destes e de seu patrão.



Barbarella : Jane Fonda em Barbarella (1968)


Fala: “Meu nome não é tão bonito, é Barbarella.”

Polêmica, Barbarella é uma personagem com sensualidade transcendente que usa a beleza e outras armas para derrotar os inimigos em uma trama de ficção científica, exibida justamente em uma época em que o movimento feminista lutava por direitos iguais.



Princesa Léia: Carrie Fisher na Trilogia Star Wars (1977-1980-1983)


Fala: “Será tão bom quanto beijar um Wookiee.

Rompendo totalmente com o estereótipo da mocinha dependente, Léia lidera os rebeldes contra o movimento de dominação da galáxia pelo temido Império, ao mesmo tempo em que protagoniza um caso de amor e ódio com o cafajeste Han Solo, interpretado por Harrison Ford.



Ellen Ripley: Sigourney Weaver na Quadrilogia Alien (1979, 1986, 1992, 1997)


Fala: “Saia daqui, sua vaca!

A frase é dita por Ripley para a Alien-mãe, que insiste em reproduzir seus filhotes instaurando um legado de terror a humanidade. Em alguns momentos Ripley se mostra “macha”, mas acaba durante a quadrilogia também se apresentando com um ar sexy e maternal.



Trinity: Carrie-Anne Moss na Trilogia Matrix (1999-2003)


Fala: “Me toque e esta mão nunca mais tocará em nada.”

Simbolizando a santíssima trindade das religiões cristãs, Trinity é a perfeita heroína ao lado do também herói Neo, lutando bravamente para que a escravidão dos homens pelas máquinas termine, sem infelizmente poder desfrutar totalmente do seu amor pelo Escolhido.



Beatrix Kiddo / A Noiva: Uma Thurman em Kill Bill vol 1 e 2 (2003-2004)


Fala: “Eu vou matar Bill!

Como uma leoa ferida que tem seu filhote usurpado, A Noiva parte em busca dos que lhe causaram dor e lhe tiraram sua filha. Movida durante toda a trama por um grande desejo de vingança, ele tira a vida de tudo e todos a sua frente em prol do cumprimento de sua missão.




Se você acha que faltou alguem aí , sugira nos comentários

domingo, 24 de abril de 2011

Os 20 melhores filmes de comédia de todos os tempos

Há muito tempo eu venho procurando uma lista dessa para colocar numa postagem,mas geralmente esse pessoal que coloca as melhores comédias de todos os tempos, só coloca filmes de 1999 pra cá,e muitos desses filmes das listas nem tão engraçados ou revolucionários são.Abaixo uma lista que eu achei a mais justa até agora,e  eu já assisti a quase todos os filmes dela, inclusive o primeiro lugar

Essa lista eu tirei do blog http://vidaordinaria.com/


20 -- Quero Ser Grande
Direto da Sessão da Tarde até a lista das maiores comédias de todos os tempos. Quero Ser Grande diverte principalmente por colocar uma criança -- como éramos na época que vimos pela primeira vez -- podendo fazer tudo o que queria sem ninguém mandando.
Claro, a contrapartida disso era virar o Tom Hanks, mas nada que tocar um piano de chão não compensasse.

19 -- Corra Que A Polícia Vem Aí
Aqui estamos falando do primeiro, mas vale também para o segundo. A saga de Leslie Nielsen como o Tenente Frank Drebin é um dos melhores exemplares do humor nonsense com doses de pastelão que povoaram os anos 80 e que hoje poucas vezes vemos com qualidade.

18 -- Os Caça-Fantasmas
Por falar em anos 80, nada combinava mais com a década como uma boa mistura de humor com aventura. E nesses dois sentidos Os Caça-Fantasmas eram sensacionais. Não poderia ser diferente, misturando Bill Murray, Dan Akroyd (em seus bons tempos) e Rick Moranis.
Só o fato do clímax ser contra um boneco de marshmallow gigante já é nonsense o suficiente pra merecer uma vaga aqui.

17 -- Luzes da Cidade
Um post falando de humor não poderia deixar de falar de Charlie Chaplin, um dos maiores gênios não só do gênero, mas também do cinema como um todo. E podem estar certos que ele ainda vai aparecer mais vezes nesse post.
Começa com um filme que não somente é hilário (a cena do boxe é lendária), como também é o seu mais poético e comovente. Toda essa lista deve muito a ele e Buster Keaton, que deram os primeiros passos da comédia no cinema.

16 -- Quem Vai Ficar Com Mary?
O auge do besteirol pode ter sido nos anos 80, mas na década seguinte Ben Stiller ganhou a fama mundial com um herdeiro que não faz feio perto dos sucessos de antes.
Desde a cena das bolas presas no zíper (morro de medo dessa porra desde que vi o filme) até o flagra da polícia na mijada que parecia boiolagem, o filme cumpre bem seu papel: deixar as pessoas sem ar enquanto riem.

15 -- Melhor É Impossível
O humor não é inimigo de roteiros afinados e um elenco de respeito. Esse filme é a prova disso, e se alguém não ri com as paranóias de Jack Nicholson, deve rir pelo menos com as ofensas hilárias dele para o seu vizinho homossexual interpretado pelo Greg Kinnear.
Em meio a tanto escracho nessa lista, cai bem um filme assim.

14 -- Um Convidado Bem Trapalhão
Tem dobradinhas que simplesmente não têm como dar errado. Blake Edwards, diretor de grande parte dos grandes clássicos da comédia, aliado ao grande Peter Sellers, só podia dar resultar num filmaço.
Um Convidado Bem Trapalhão não só é hilário, como ainda se tornou referência pra qualquer humor pastelão que surgiu depois.

13 -- Dr. Fantástico
Mais uma vez Peter Sellers estrelando um filme da lista, mas dessa vez dirigido por Stanley Kubrick, numa rara comédia dentro da obra de um dos maiores mestres do cinema. E Dr. Fantástico faz jus ao Kubrick (e ao Peter Sellers), com um humor ácido e irônico no tema da cruzada anti-comunista.

12 -- Superbad -- É Hoje!
O representante mais recente dessa lista, o humor de Superbad tem tudo para durar tanto tempo quanto outros clássicos desse post. Afinal, amigos unidos na missão de trepar vão sempre existir, e um personagem tão tosco e carismático quanto o McLovin sempre é bem vindo.
McLovin é ícone!

11 -- Tempos Modernos
Olha o gênio aí de novo. Tempos Modernos não somente é mais um dos grandes exemplos do talento do Chaplin, como ainda se tornou o seu filme mais icônico. Impossível não rir do deboche à revolução industrial e à produção de massa. E difícil achar alguém que nunca tenha visto a cena dele percorrendo as engrenagens.

10 -- Monty Python -- Em Busca do Cálice Sagrado
Muito antes de existir o cinema, o humor já era dividido em “escolas”. Comédia Dell’arte, palhaçaria, teatro do absurdo e tantas outras… Mas se existem escolas do humor, Monty Python é uma universidade inteira. E qualquer um que um dia queira fazer humor, tem que assistir às verdadeiras aulas que ele produziram.
Nenhum grupo no mundo fez, seja na TV, nos palcos ou no cinema, comédia tão variada -- e o mais importante: tão engraçada -- quanto o Monty Python.
Em Busca do Cálice Sagrado é um exemplo disso, e o grupo usa o universo medieval e das lendas arturianas para costurar uma série de esquetes que já se tornaram lendárias. Os cavaleiros que dizem Ni!, o cavaleiro negro, como identificar uma bruxa, a discussão sobre o peso das andorinhas, a granada de mão sagrada… e outros tantos que não daria tempo de dizer.
Quem nunca viu Monty Python, não sabe de verdade o que é humor, e o primeiro filme deles é uma das grandes provas disso. E quem diria que depois eles iam fazer ainda melhor? Mas isso fica lá pra frente…

9 -- Borat
E quando a gente achava que já tinha visto de tudo no mundo do humor, eis que veio Sacha Baron Cohen e misturou pegadinha com cinema, explorando absurdos de pessoas reais e do “American way of life” como um todo através de seu personagem, o repórter cazaque.
Só não digo que Borat é de fazer rir do começo ao fim porque tem aqueles dois minutinhos da luta dele pelado, que são pra vomitar. Mas é um clássico instantâneo.

8 -- South Park -- Maior, Melhor e Sem Cortes
Na TV, South Park pode não ter tido a regularidade para bater de frente com Simpsons e Family Guy. Mas no cinema, poucos filmes foram tão engraçados quanto o desenho de Matt Stone e Trey Parker.
A guerra contra os palavrões -- e contra o Canadá -- contada através de um musical é surreal e hilária, e isso porque nem citamos que tinha ainda o Saddam Hussein e o Satanás por trás disso tudo. Sensacional.

7 -- Pequena Miss Sunshine
Difícil não se afeiçoar à pequena Olive (ou se identificar com alguém da família dela) na sua viagem para concorrer ao título de Pequena Miss Sunshine. Grandes temas sobre auto-aceitação e o poder da família são passados enquanto a gente ri desse pessoal desajustado correndo para entrar numa kombi ou para fugir com o corpo do avô morto.
E quem diria: o melhor comediante do elenco (Steve Carell) faz justamente o papel mais dramático.

6 -- Porky’s
Esqueça American Pie e todos os filmes com piadas sexuais ou escatológicas que vieram depois. O grande pai desse gênero é o clássico Porky’s.
Nunca a putaria no cinema foi tão aceitável e hilária como nesse filme onde um grupo de amigos fica inimigo do dono do bordel da região nos anos 50. Isso é a deixa pra muitas piadas politicamente incorretas, gente pelada (sem ser necessariamente apelativo) e cenas memoráveis estão nesse filme, como a treinadora de cheerleaders que tem orgasmo uivando.
E ainda tem o PeeWee, “protagonista” dos filmes e um dos nerds mais zoados na história do cinema. Saudades do tempo em que o politicamente correto não impedia filmes assim. E o segundo filme é tão bom quanto.

5 -- O Grande Ditador
Entre tantos clássicos, inclusive do Chaplin, não podia faltar o seu primeiro filme falado. Todo o humor corporal que tornou ele um mito esteve de volta, mas agora reforçado por piadas no roteiro e, tão importante quanto isso, uma mensagem importante em plena época da Segunda Guerra.
Afinal, o ditado já diz que rir é o melhor remédio, e o Chaplin resolveu dar esse remédio pro mundo doente da época.
E no mais, o Napaloni é hilário e ficou a cara do Mussolini mesmo.

4 -- Curtindo a Vida Adoidado
O filme que a gente elegeu o maior clássico da Sessão da Tarde também é uma das maiores comédias da histórias. Afinal, fazer o que todo jovem quer em um só dia e ainda tirar uma da cara do diretor da escola é mesmo motivo pra rir um bocado.

3 -- Apertem Os Cintos… O Piloto Sumiu!
Já passaram por aqui alguns filmes de comédia mais escrachada, mas nenhum como Apertem os Cintos. É o auge dos irmãos Zucker (mestres do besteirol dos anos 80), com direito a uma participação hilária do Leslie Nielsen e algumas das piadas mais nonsense e engraçadas em um único filme.
Sem contar que o melhor trocadilho da história do cinema tá em Apertem os Cintos:

“Don’t call me Shirley!”
2 -- Quanto Mais Quente Melhor
Chaplin, Zucker, Monty Python, Blake Edwards, irmãos Farrelli… Esse post já listou filmes de vários dos principais mestres de humor que o cinema já viu. E não podia faltar Billy Wilder, principalmente reunindo no elenco Marylin Monroe, Tony Curtis e Jack Lemmon.
Quanto Mais Quente Melhor é um filme essencial não somente para quem gosta de humor (e tem de sobra, humor clássico bem dirigido e atuado), mas pra quem gosta de cinema. E a cena final é um tapa na cara do preconceito dado em plenos anos 50, de forma leve e divertida.
Well… nobody is perfect. Mas esse filme é.

1 -- Monty Python -- A Vida de Brian
O primeiro lugar não poderia estar em outras mãos. Como já dissemos antes, Monty Python é a maior referência em humor na história, e A Vida de Brian é sua obra-prima maior.
Em Busca do Cálice Sagrado é uma série de grandes cenas reunidas num filme. Já A Vida de Brian já nasce sendo um grande filme com grandes cenas. Dessa vez sai a Idade Média e entram os tempos bíblicos, onde o pobre Brian é confundido com o Messias e esse mal-entendido cria o cenário pra mais e mais momentos emblemáticos do grupo inglês.
Momentos que vão das piadas de trocadilho até uma grande mensagem de bom humor até nas horas mais difíceis e tristes. Always look on the bright side of life.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Top Tweets da semana (32)

O twitter é um site viciante se voce seguir as pessoas certas.Aqui algumas das Twittadas mais legais que eu achei nesses últimos dias. Se tiver twitter,me siga em @fabricio999999



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