quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Claudio Marzo


na foto em preto e branco ele e Betty faria
O ator Cláudio da Silva Marzo nacseu dia 26 de setembro de 1940,em São Paulo.É pai da atriz Alexandra Marzo, fruto do seu casamento com a atriz Betty Faria. Foi também casado com a atriz Denise Dumont com quem tem um filho chamado Diogo. É ainda pai de Bento, fruto do seu casamento com a atriz Xuxa Lopes. Cláudio é filho de um metalúrgico e de uma dona de casa.Ator formado no teatro, Marzo participou de mais de 80 produções para televisão (entre novelas, séries e minissérie) e cinema.

Ainda estava no ginásio, quando se interessou por teatro e começou a trabalhar. Estreou no teleteatro da Rádio Nacional. No início dos anos 60, conseguiu atuar como figurante, na Organização Vitor Costa, que mais tarde se tornou a TV Globo. A seguir foi pra a TV Tupi de São Paulo, e começou a ganhar papéis bem melhores. Foi para o Teatro Oficina, e em seguida foi convidado pela TV Globo, recém-inaugurada no Rio de Janeiro, para participar de novelas, como "Eu compro essa mulher" (1966) e "Sheik de Agadir"(1966). Cláudio Marzo considera que este foi realmente o início de sua carreira.

Neste período, o ator estreou também em teatro na peça “Os Pequenos Burgueses” (1963), na qual contracenou com Betty Faria, com quem se casaria logo depois. Com Betty Faria e Antonio Pedro fundou o Teatro Carioca de Arte, que encenou “O Bravo Soldado Schweik” e “A Falsa Criada”. Entre as muitas peças de teatro nas quais atuou , o ator gosta de destacar "O Tiro que Mudou a História".

Sua estréia em cinema aconteceu em “O mundo Alegre de Helô” (1966). No ano seguinte atuou em “O Engano”. Em 40 anos de carreira atuou em cerca de 30 filmes, passando por diversos gêneros. Em 1997 recebeu o prêmio de melhor ator no Festival de Gramado, pelo filme “O Homem Nu”. Entre seus trabalhos mais recentes estão os filmes “O xangô de Baker Street (2001)”, “Apolônio Brasil - O campeão da alegria” (2003) e em “A selva”. Participou também do elenco de “Meteoro”, com estréia prevista para 2007.

Sua trajetória na TV teve diversos sucessos, principalmente em telenovelas da Rede Globo nos anos 60 e 70. Logo após "A Última Valsa","A Grande Mentira" e "Véu de Noiva", o ator foi consagrado por seu personagem na novela “Irmãos Coragem”(1970) . Outros sucessos se seguiram nas novelas "Minha Doce Namorada"(1971),"O Bofe" (1972), "Carinhoso" (1973), "O Espigão" (1974), "Senhora" (1975), entre outras. Permaneceu na Globo até o final da década de 80, onde fez trabalhos em novelas e minisséries como "Plumas & Paetês" (1980),"Brilhante" (1981),"Quem Ama Não Mata", "Pão Pão, Beijo Beijo" (1983) , “Partido Alto" (1984), "Bambolê" (1987), "Cambalacho" (1986) e "Tenda dos Milagres" (1985).

Durante um tempo Cláudio Marzo se afastou da Globo e foi para a extinta TV Manchete, onde mostrou seu talento na novela “Pantanal”, na qual interpretou três papéis.

De volta a Globo, Cláudio atuou em “Mulheres Apaixonadas”, “Coração de Estudante”, “Aquarela do Brasil”, “Andando nas Nuvens”, “Era uma Vez’, “A Indomada”, entre outras. Logo após participação em “A Lua Me Disse”(2205) teve um sério problema de saúde. Recuperado, Cláudio Marzo participa, em 2007, da minissérie "Amazônia, de Galvez a Chico Mendes".
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