segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Palíndromo

Um palíndromo é uma palavra, frase ou qualquer outra sequência de unidades (como uma cadeia de ADN) que tenha a propriedade de poder ser lida tanto da direita para a esquerda como da esquerda para a direita. Num palíndromo, normalmente são desconsiderados os sinai ortográficos (diacríticos ou de pontuação), assim como o espaços entre palavras.
A palavra "palíndromo" vem das palavras gregas palin ("trás") e dromos ("corrida").
A base do teto desaba." (Rômulo Marinho)
"A diva ávida, dádiva à vida" (Rogério Duarte Filho)
"Ah, livre era papai noel, leon ia papar é ervilha." (Rogério Duarte Filho)
"A cara rajada da jararaca." (Manu Lafer)
"Acata o danado... e o danado ataca!"
"Acuda cadela da Leda caduca" (Rômulo Marinho)
"A dama admirou o rim da amada."
"A Daniela ama a lei? Nada!" (Marcelo Coimbra Furtado)
"Adias a data da saída." (Marcelo Coimbra Furtado)
"Adão, Tejo hereje, gere hoje toada." (pintado num muro da UFRJ)
"A droga do dote é todo da gorda." (Rômulo Marinho)
"A diva em Argel alegra-me a vida." (Rômulo Marinho)
"A grama é amarga." (Millor Fernandes)
"Ah, Caetano, e Leona te acha?" (Ederson Dantas)
"Ai, Ed... O Oto odeia!" (Ederson Dantas)
"Ai, Ravel, arados, serrotes e torres, só Dara levaria. Ela foi-se” (Marcelo Coimbra)
"A ira cava na vacaria."(Gletson Aguiar Martins)
"Alá Osama, o réu que eu quero ama só Alá." (Edas Lopes Júnior)
"A mala nada na lama." (Millôr Fernandes)
"Amada rapariga agira para dama."
"Amarelo cadaver tá; é a treva da cólera má." (Manu Lafer)
"Amarga é a maca - tira-a, Rita! Cama é a grama..." (Marcos Chrispim)
"Amarga-me a droga, a gorda é magra má." (Rogério Duarte Filho)
"Ame a ema."
"Ame o poema."
"A miss é péssima!"
"Amora me tem aroma."
"Amor é de Roma." (Iuan Melo Meirelles)
"Ana, case, esse é sacana."
"Ana (e Dari) irá reler Ari; ira de Ana." (Filipe Prates)
"Ana lava Lana."
"Anali amada dama ilana." (Ada Jéssica da Silva)
"Ana me rola, calor emana..."
"Ande logo, ela vale o gol, Edna!" (Marcelo Coimbra)
"Anotaram a data da maratona."
"A pateta ama até tapa..."
"A porta rangia à ignara tropa."
"Após a sopa."
"A rara arara."
"Arara ama arara." (Magal METAL)
"Ararás. A cuca roda. Ata é bom semear. Assem-a sem ovo, mês a mês, sara. E mesmo beata, a dor, a cuca sarará." (Almi Cardoso da Silva)
"A Rita, sobre vovô, verbos atira." (Rômulo Marinho)
"Arroz é a mata, mãe zorra!" (Herbert Saavedra)
"A sacada da casa."
"A semana toda lemos: só melado tá na mesa." (Marcelo Coimbra)
"Assim, a sopa só mereceremos após a missa."
"Assim a aia ia à missa." (Millor Fernandes)
"Assim a aluna anula a missa."
"Assim a diva Ana Rita, em Roma, amor me atira, na ávida missa."
"Até Reagan sibarita tira bisnaga ereta." (Chico Buarque)
"Ato idiota."
"A torre da derrota."
"Auê só nos EUA!" (Hemeterio)
"Ave veloz o leve. Vá!"
"A vida é a diva!"
"E Amaro? Faz a paz afora, mãe." (Bruno Prates)
"É a mateira Marieta mãe?"
"E assim a missa é."
"E até o Papa poeta é.” (Rômulo Marinho)
"É a vossa meta mor: amarga, letal, amável. Lá ele murmurou que todo amor eu quero. Mão do teu quorum. Rum é leal. Leva mala, tela, grama... Roma, temas, sova é!" (Herbert Saavedra)
"E Leda, sacana, ia na casa dele." (Marcelo Coimbra)
"Em roda, tropa, após a sopa, à porta dorme.” (Rômulo Marinho)
"E dá dica, dona Issa, com amigos: “Amo-te!” E toma só Gim."Amo Cassiano da cidade!"”
"Esse sai. Opa! E me apóias esse!" (Ederson Dantas)
"És sapo? Passe."
"Eva, asse essa ave."
"Eva, asse e pape essa ave."
"E toma, leva, roda a missa. Reza fará prazer... e lave-me, ótimo é o demo, evite o azar, evite-se esse mês. Acorde pedroca sem esse (e se tive razão, e tive) o medo é o mito e me vale rezar para fazer assim. À Adorável, amo-te." (Rogério Duarte Filho)
“É volitar ter a ave... Lico domina e lê. Ática, Ana Morale, a ti, Paolo, todavia, relê. Assinada, ela fala: ‘– Sai, cala, foge, retrata, vá, ó Satim! (repetem o nosso nome). Te permitas o avatar ter ego. Falácias, Alá, fale à Danissa!’ Ele, raiva do tolo, apita... Ela, romana, a cita. Ele, ânimo dócil... Eva, a retrátil, o vê!” (Herbert Saavedra)
"Ias em missa? Logo o gol assim me sai..." (Marcos Chrispim)
"Laço bacana para panaca boçal." (Rômulo Marinho)
"Lá Renê gorava o avaro general." (Eduardo Vidili)
"Lá tá no novo; e sem o califa na fila come-se ovo no Natal." (Antonio Prates)
"Lá vou eu em meu eu oval." (Marina Wisnik)
"Lá tem METAL" (Magal METAL xD)
"Amada data, cera é ter ré da vela: leva, derrete a recatada dama." (Manu Lafer)
"Livre do poder vil" (Rogério Duarte Filho)
"Livros - se for pagar, traga professor vil." (Laerte Coutinho)
"Luza Rocelina, a namorada do Manuel, leu na 'Moda da Romana': 'Anil é cor azul.'" (Bocage?)
"Mari, Rose, Ari e Ed adiavam, sem a mesma vaidade e ira, e só riram."(Túlio F.T.de Sousa)
"Marujos só juram"
"Me vê se a panela da moça é de aço, Madalena Paes, e vem.”
"Missa. A atam na luz. Alá fala: Fá-la, Zulan, mata-a, assim!" (Herbert Saavedra)
"Moça morde Pégasus e Jesus? Age, Pedro maçom!" (Eduardo Vidili)
"Modo: som tiramos, somamos som a ritmos: o dom.” (Rômulo Marinho)
"Morram após a sopa marrom."
"O caso da droga da gorda do saco."
"O céu sueco."
"O Cid é médico."
"Ódio do doido!"
"O Gal. Leno Roca, à porta da cidade, a portador relata fatal erro da tropa e dá dica da tropa a Coronel Lago." (Rômulo Marinho)
"O galo nada no lago." (Sergio Alberto Schneider)
"O Ivan a ama à navio..." (Ivan Souza de Andrade)
"Oi, rato otário."
"Oi,Val! Fez o ovo do vô, o Zé Flávio?" (Flávio Bueno Marcondes Oliveira)
"Olá Valor, eu quero lavá-lo" (Rogério Duarte Filho)
"Oh nossas luvas avulsas, sonho..." (Rogério Duarte Filho)
"O lobo ama o bolo."
"O mito é ótimo."
"Ô gela gema, ame galego!"(Gletson Aguiar Martins)
"O pó de cocaína mata maníaco cedo, pô!"
"O romano acata amores a damas amadas e Roma ataca o namoro."
"Os Maias saiam só. (Tulio)
"O teu drama é amar dueto." (Rômulo Marinho)
"Ota, o ator, trota o ato" (Hemeterio)
"Òto, come ovo e mocotó" (Heumesmo)
"O terrível é ele vir reto." (Rômulo Marinho)
"Oto come doce seco de mocotó." (Rômulo Marinho)
"O treco certo."
"O vôo do ovo."
"Raoni, tal psicose... peso cisplatino, AR." (pintado num muro da UFRJ)
"Reter e rever para prever e reter." (Rômulo Marinho)
"Reverta é verbo, O vivo breve é, Sabe bem ama-lo o Lama, Me beba se é verbo vivo, O breve atrever." (Rogério Duarte Filho)
"Rezar pro Pedro (morde por prazer)." (Bruno Prates)
"Rir, o breve verbo rir."
"Roda esse corpo, processe a dor!"
"Rô! Sono do cubano Nabucodonosor.(Gletson Aguiar Martins)
"Roma é amor."
"Roma me tem amor."
"Sá dá tapas e sapatadas."
"Saíram o tio e oito Marias."
"Salta o Atlas."
"Seco de raiva, coloco no colo caviar e doces." (Rômulo Marinho)
"Sem o dote, é todo mês."
"Só com o tio somávamos oito moços." (Rômulo Marinho)
"Soa como caos"
"Socorram-me, subi no ônibus em Marrocos!"
"Subi no ônibus."
"Tucano na CUT" (Rômulo Marinho)
"Vi Êmulo vetar até volume IV." (Rômulo Marinho)
"Zé de Lima, rua Laura, mil e dez”
"Zed lota o atol dez" (Hemeterio)
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